Estudo dos tipos humanos, os Biotipos, em setembro/2010

Estou de PTS, aqui em São Bernado do Campo.
O que é isto? isto é uma licença tipo um prêmio a cada 10 anos de efetivo trabalho em sala de aula por aqui. Na verdade, é a primeira licença como prêmio que tiro. Em 25 anos nunca alcancei os "méritos legais" oferecidos aos funcionários públicos.
Ah, por quê? Por quê?
Veja: licença saúde por muito tempo, licença prá cuidar de terceiros (mãe), faltas injustificadas por praticar greves (Leia mais sobre este artigo)
Publicado em 25/01/2010 by Jau
TRIBUNA DO NORTE: O alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que o Brasil conquistou há dois anos não chegou à educação. O relatório Educação para Todos, divulgado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), mostra que a baixa qualidade do ensino nas escolas deixa as crianças para trás. É diretamente responsável por colocar o País na 88ª posição no Índice de Desenvolvimento (Leia mais sobre este artigo)
Edição 009 | Agosto/Setembro 2010 | Título original: O que diz o caderno
Anotações dos alunos revelam a maneira como o professor ensina e dão pistas para escolher os temas da formação continuada por Verônica Fraidenraich em http://revistaescola.abril.com.br
Para ajudar o docente a melhorar a prática profissional, o coordenador pedagógico conta com ferramentas importantes – como os planos de aula elaborados pelo professor, os resultados das provas e a observação da atuação em sala de aula. Mas há outro recurso muito útil para orientá-lo no planejamento dos encontros de formação para a equipe: os cadernos dos alunos.
A argentina Adriana Díaz, no livro Enseñar Matemática en la Escuela Primaria, explica que, para o estudante, o caderno é o lugar no qual ele guarda os registros do que e como aprendeu. “É onde escreve a história de sua aprendizagem”, acrescenta. Sendo assim, as atividades anotadas nas folhas de papel revelam a relação entre o aprendizado da criança e a condição de ensino oferecida pelo professor.
“Se a turma tirou nota ruim em ortografia, por meio do caderno é possível observar como o assunto foi discutido na sala de aula e, assim, orientar o professor em seu planejamento”, explica Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR. O coordenador deve deixar claro que não se trata de exercer uma fiscalização, mas observar de que forma os conteúdos são trabalhados, que tipo de anotação as crianças fazem e como o educador realiza as correções para, com base nisso, saber o que é preciso discutir nas reuniões de formação continuada.
A coordenadora pedagógica Fabiana Bargieri, da Escola Projeto Vida, em São Paulo, diz que os cadernos ajudam a detectar, por exemplo, se o professor não perdeu o foco de um conteúdo: “Se a aula era sobre as nações indígenas e eu vejo no registro das crianças anotações sobre as casas dos índios, os rituais e as plantas medicinais, tudo no mesmo dia, chamo o docente para uma reunião, peço que reflita sobre o uso do tempo didático e questiono se o aluno teve tempo de registrar tantas informações.”
Esse tipo de observação se torna mais eficaz quando é feita com certa periodicidade e com a comparação de dois ou três cadernos, sempre de estudantes com diferentes níveis de conhecimento da mesma turma (leia outras dicas no quadro abaixo). Note se existem análises e reflexões dos alunos usando palavras próprias. Em caso positivo, isso significa que o professor está explorando os conhecimentos prévios no processo de ensino (mais detalhes sobre essa e outras questões nos quatro exemplos). O uso de diferentes estratégias para resolver uma mesma operação matemática, por exemplo, indica que houve espaço para a turma pensar, valorizando assim o cálculo mental.
Os cadernos também revelam se há propostas diferenciadas que abranjam a diversidade de saberes dos alunos – essencial para que todos possam estabelecer uma relação com o que está sendo ensinado e consigam, assim, avançar, cada um no seu ritmo.
Outra questão importante é avaliar se as anotações são de autoria própria ou simples cópias do quadro-negro ou dos livros didáticos disponíveis. “É essencial que o estudante faça registros com base nas conclusões que ele tira, depois de um processo de pesquisa e discussão, de forma a construir um conhecimento que tenha sentido para ele”, afirma Priscila Monteiro, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, e selecionadora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10.
As produções das crianças não podem ser adulteradas. Os erros devem permanecer, fazendo com que o conhecimento seja visto como um processo e não como um produto do que foi escrito no quadro. As correções feitas pelo professor também pedem atenção: ao dar a devolutiva por escrito aos alunos, não basta colocar o sinal de certo ou errado, um “parabéns” ou “precisa melhorar”. Para que todos avancem, é preciso explicar o que está errado e por quê, levando-os assim a refletir sobre como raciocinaram ao fazer a proposta. Também é possível avaliar se há continuidade entre as atividades e as sequências didáticas e se elas oferecem um desafio crescente. “A intenção é que os conhecimentos construídos anteriormente sirvam para resolver os problemas seguintes”, afirma Priscila Monteiro.
Este artigo contempla muitas horas de HTPC - Hora de trabalho pedagógico coletivo -, onde não conseguimos ter uma discussão tão profíqua como o artigo abaixo nos ilustra. Profª Geanete
Em “planeta educação” por Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).
Entre as metodologias de trabalho em sala de aula, principalmente nas aulas de língua portuguesa, a abordagem dos gêneros textuais como pano de fundo é sempre (Leia mais sobre este artigo)
Se quiserem trocar idéias neste recesso de julho me encontram em:
www.ceab.pro.br/blog
ou em www.bioviva.com.br
Mudando de ares por aqui…isso é bom. Profª Geanete
Nos próximos dias 10 e 17 de julho, Moacyr fará o lançamento do seu livro EU TENHO O MEU SONHO – A SABEDORIA E OS CAUSOS DO SEU ZÉ PEDRO, mestre quilombola da Casa da Farinha de Ubatuba / SP, no litoral, com a presença do seu Zé Pedro.
PROGRAME-SE PARA IR PARA UBATUBA NOS DIAS 10 e/ou 17, acessando:
Programação de lançamento em Ubatuba fornecido pelo Entrementes:
http://www.entrementes.com.br/EntreMentesWeb/paginas/Materia.aspx?ConteudoID=28&MateriaID=73
O despreparo e o medo do desemprego (funcionários públicos são proibidos de darem entrevista) dão início a uma grande confusão que termina com a truculência dos GCM’s (guarda municipal) e terminam com os impropérios do prefeito Luiz Marinho.
Houve uma primeira recepção motivadora para que o repórter insistisse. Se a diretora da escola tivesse dito a verdade (será que a conhece?), talvez parte do ocorrido tivesse sido evitado, o que lógico não justifica as ações posteriores dos guardiões da ordem (GCM e Prefeito).
Verdade: o Complexo – CENFORP - que o Prefeito de São Bernardo cita no vídeo 2 ou segunda parte dos vídeos não foi construido em seu governo. É obra dos governos anteriores, do prefeito Dib e do então seu Secretário da Educação, Admir Ferro.
Então, o governo atual interditou todas as salas de cursos do complexo superfaturado por estar com suas estruturas abaladas e comprometidas. Ficaram funcionando o Anfiteatro para eventos (palestras, filmes, cursos, etc) e a escola, objeto da reportagem do CQC.
Mas constrangida com a presença do repórter, a diretora não soube o que falar e no cumprimento do seu trabalho, Danilo continuou a querer entrar no Anfiteatro, quando os GCM’s, também funcionários públicos, resolveram proteger a imagem de “São Bernardo” com truculência e abuso de poder.
No vídeo 2, vocês verão o diálogo entre o prefeito, Luiz Marinho, e o repórter Danilo. Terão a imagem da irritação de Luiz Marinho ao ser questionado, como se fosse um “cidadão acima da lei“, um cidadão inquestionável chegando à barbárie de insinuar que Danilo, o repórter, teria produzido os hematomas em seu braço prá induzir uma agreção por parte dos guardas municipais.
Danilo, conforme mostra bem o vídeo, foi no dia anterior ao encontro com o prefeito, de camburão até a delegacia onde prestou depoimento e fez exame de corpo-delito. Mas o prefeito não quis se retratar e o ameaçou veladamente mandando-o interpelar o comandante da incorporação e não a ele, o prefeito.
De tudo, ficam as questões:
- Por que os poderes “públicos” se escondem do público?
- Por que coisas urgentes como o muro de arrimo da escola visitada ficam na pendência de tanta burocracia?
- Por que um prefeito eleito pelo povo acha que funcionários públicos, usuários, povo não é dono do que é “PÙBLICO”?
Pessoalmente, tenho as respostas, mas e vocês? as têm? Vocês sabem dos nossos direitos ou só dos nossos deveres?
Provavelmente, por esta e outras ações de autoritarismo e despreparo político individual e da sua equipe de primeiro escalão é que poderemos amargar o retorno do que já foi ruim em um futuro bem próximo.
É a concretização da frase popular:
- O que é ruim pode piorar.
Vídeo - Parte 1: O repórter Danilo Gentili do CQC chega na Escola do complexo educacional de São Bernardo do Campo - CENFORP e é retirado em um camburão da guarda municipal:
Vídeo – Parte 2: Danilo vai à prefeitura de São Bernardo do Campo e é recebido pelo prefeito Luiz Marinho com toda a educação que lhe é peculiar: